terça-feira, 26 de agosto de 2014

Mada Lena Giostri, foca de jornalismo da Unisul Pedra Branca: exemplo de solidariedade

Esclarecimentos sobre o Morro dos Cavalos: a montanha sagrada Guarani














Veja em 11min o trabalho em vídeo da estudante de jornalismo Mada Lena sobre a questão da TI (Terra Indígena) Morro dos Cavalos. No vídeo você pode ver e ouvir pessoas e vozes silenciadas na sequência de reportagem Terra Contestada por um cotidiano local: a voz dos indígenas e versão das autoridades constituídas sobre a terra indígena Morro dos Cavalos. Alguns minutos de ricas informações. 

Parabéns à Mada Lena, estudante que elegeu como tema do TCC a relação da mídia regional com os guarani na Grande Florianópolis nos últimos 25 anos .

Aproveite. Está neste link:

domingo, 24 de agosto de 2014


Caminhada SOMOS TODOS GUARANI
 em 11min de vídeo



É o vídeo da jornalista Elaine Tavares sobre a caminhada de desagravo em Florianópolis, SC neste 22 de agosto de 2014.

Exemplo de jornalismo biocrático. Aquele que se deixa governar e pautar pela utopia factível de uma comunicação da dignidade concreta da vida qualitativa para TODOS os povos e para todos os seres.

Divulgue. 

É o movimento social nas Redes Sociais. Por uma humanidade ética, isto é, mais justa, menos desigual e mantendo a riqueza das diferenças.

É o virtuoso no virtual.





sexta-feira, 22 de agosto de 2014

"Somos Todos Guarani!"




Siamo tutti guarani! 

Somos todos guarani. 



Siamo tutti con il popolo guarani che fanno la giornata in

questa mattina per rivendicare l'omologazione di un pezzeto 

di terra comunitaria. 


Il sole (kuaray) oggi è splendido nell' Isola a Florianópolis. 


I guarani con le organizzazione sociali caminano verso la 

Casa Legislativa! Preghiamo! 

Guardate l'intervista ieri di Mada Lena in questo link:

 https://www.youtube.com/watch?v=0AUNkVhTFuI&app=desktop


Pequenas migalhas para a sobrevivência de um povo

"A terra não nos pertence, nós pertencemos a esta terra.!!!" 


Foto: Marianna Kutassy


Manhã atlântica na região de Floripa com o Kuaray (sol)

 radiante.

Povos guarani, kaingang, laklaño, quilombolas, estudantes, 

grupos de comunidades organizadas estão saindo do bar 

Koxixos na Beira-mar em caminhada. 


Pedem respeito pela homologação das Terras Indígenas 

em SC - pequenas migalhas para a sua sobrevivência em 

propriedade comum, escriturada e cuidada pela União. 

Índio não pode ter propriedade particular, só comunitária. 

Pequeno pedaço como o Morro dos Cavalos, sagrado para 

seu povo. 

Voltem a cuidar de nossas florestas, porque já desmatamos 


demais.




Ensinai-nos a pertença digna e respeitosa da terra, povo 

guarani!


SOMOS TODOS GUARANI


Foto: Marianna Kutassy

Guerreiro guarani mirim na caminhada 

SOMOS TODOS GUARANI em Floripa. 



É 22 de 8 de 2014. Observe a matemática:


 22 (2 +2=4 (terra)

08 (2x4=8 (2x terra)

2014 

(2+1=3 (céu, família divina trinitária)

 + 4 (terra)= 7. 


Então, 

dá-lhe mistura do divino no humano, de terra com

céu. Como os 7 sacramentos, etc.








SÍMBOLOS MILENARES



Fotos: Marianna Kutassy   



A procissão leva símbolos

milenares guarani 

pintados nos corpos dos

participantes. Iguais aos

encontrados nas cerâmicas 

rituais da Enseada de Brito 

recentemente. 















A Beira-mar de Floripa: 

um Peabiru (Caminho Sagrado Guarani). 




Foto: Marianna Kutassy

 Tambores da África ecoam e inspiram as danças

 sagradas anunciando a festa da justiça com os 

guerreiros da paz guarani. 


A Beira-mar de Floripa se torna um Peabiru (Caminho 

Sagrado Guarani). A caminhada é até a casa de leis e 

representantes políticos de SC. 

Várias organizações comunitárias (Quilombolas, Sem Teto,

Estudantes, Ambiente) se unem pela homologação das 

Terras  Indígenas Mínimas com indenizações justas

a quem de direito. 


Fotos: Marianna Kutassy


Passeata chega à Praça Tancredo Neves, na Assembléia Legislativa de SC.


Visita Marcante na Orionópolis Catarinense

A tarde de sábado do dia 26 de julho de 2014 foi marcada por grandes ensinamentos aos alunos da Unisul voluntários do Artigo 170 que participaram do projeto Mediações Culturais do Programa Revitalizando Culturas, realizado na Orionópolis Catarinense, entidade que abriga pessoas com deficiências físicas, sensoriais e psicológicas em situação de abandono. O nome da vila é homenagem a São Luís Orione, o santo da caridade, cujas relíquia de sangue ficará na obra de 31 de agosto a 7 de setembro de 2014.

A visita foi precedida pelo padre José Manoel dos Santos, que deu as boas-vindas aos alunos e esclareceu algumas dúvidas dos acadêmicos. Em seguida, o professor Jaci Rocha Gonçalves fez um aprofundamento de estudo sobre o valor do diploma como um Diploma Biocrático, ou seja, de alguém que se deixa governar pelo valor da precioso da vida; alguém que tem consciência de que, num país como o Brasil, quem  tem diploma universitário, tem autoridade  e é capaz de melhorar a qualidade de vida, “ desse diploma realmente pode nascer uma nova relação de saúde social”.

Após a conversa com o padre José Manuel e o professor Jaci, houve o grande momento do encontro: a convivência nos lares. Os relatos após essa convivência demonstraram uma grande compaixão com as pessoas que lá vivem. Amanda Franciele de Lima, estudante de Direito da Unisul e voluntária do projeto, disse que “os moradores pareciam crianças quando ganham presentes, porque estavam felizes com tudo o que acontecia naquele encontro”. Já o Johnatan Santana do Curso de Nutrição disse que foi uma experiência única, e relatou que “é sempre bom ver os dois lados da vida, pois, às vezes, acaba reclamando por não ter uma oportunidade melhor e esquecendo que outras pessoas precisam de tão pouco para ser feliz”.

A história mais marcante do encontro foi do morador Luis Carlos. Tetraplégico, ele estava há dias no Hospital Universitário, e os médicos já davam como certa a sua morte, porém, Luis foi contra o prognóstico dos médicos, dos atendentes da Orionópolis e até mesmo do próprio padre, e voltou para o seu lar.

O encontro significou muito para a vida de cada um que esteve lá. Além dos ensinamentos do padre José Manuel e do professor Jaci - que falou sobre a importância da conscientização para com a sociedade e o mundo em que vivemos – a visita proporcionou muita felicidade para os moradores que receberam carinho e atenção de quem pôde estar lá, e, aos alunos, uma reflexão sobre os valores que se deve priorizar na vida. O encontro, de alguma forma, marcou um pouco a vida e a formação de cada um.

A maior deficiência é a deficiência de amar”      Foto: Leticia Vieira
Eduardo Schmidt
Supervisor Jaci Rocha Gonçalves